Frutífero

Um blog... mas pra quê, afinal, eu quero um blog? Criei-o através da indução de um estimado colega. Ele (o blog) tinha outro nome, outra cor, outra descrição. Resolvi mudar. E aqui está o FRUTÍFERO, que como o próprio nome diz, espero, trará bons frutos de comunicação.

16 setembro 2012

A (minha) liberdade de expressão

Até certo tempo atrás, o melhor lugar para se observar o comportamento humano eram as praças, os shoppings, as festas, a rua. Hoje, como quase tudo, o melhor lugar para essa observação, acredito eu, sejam as badaladas redes sociais. O Facebook é a verdadeira “feira livre” do mundo virtual.
Em tempos de internet, onde todo mundo tem voz e vez, a tão sonhada (e utópica) liberdade de expressão é vivida com intensidade, nas palavras, nos compartilhamentos e nas curtidas de cada um, até que um dia...
Até que um dia, ao publicar algo, seja texto, foto, vídeo e o escambau o ser se depara com a contrariedade da opinião de alguém. E começa a polêmica. E vêm os bloqueios. Aí é que começa a melhor parte: analisar o indivíduo. As pessoas querem o direito de liberdade de expressão. O SEU direito. Não o do outro.

- O outro que se dane, se ele não concorda ele deve ser banido e ponto final - pensam.

A verdade é que a essência do ser humano é egoísta. E que ele não está pronto para ser contrariado. Nunca. Nem na vida real, nem na virtual, até porque já não é mais possível estabelecer um limite entre as duas. 

Por isso um conselho de amiga pra galera “curtir”. E compartilhar. Ou discordar se preferir: se você diz o que quer pra todos da sua “rede” esteja consciente que isso poderá gerar uma reação, positiva e negativa. Se você aborda um assunto, compartilha, defende uma causa, muitas pessoas concordarão, mas alguém poderá discordar, e o seu direito de se expressar dá condição ao direito do outro. Se você se acha no direito de comentar alguma coisa contrária a uma opinião dada, outros também poderão discordar de você. É a vida como se apresenta, a vida real. Porque o virtual também é realidade.

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12 setembro 2012

Tempos depois...

Numa busca pelo Google, daquelas que a gente digita nosso nome pra ver o que aparece, vejam só o que encontrei... um antigo blog, criado pouco tempo depois de me formar em Jornalismo, inspirado num amigo muito querido que o tempo deixou para trás.

Nunca consegui manter um blog... comecei vários e tempos depois de criá-los eu os deixava ociosos até que deletava tudo. Mas este ficou. Caiu num profundo esquecimento de minha parte, mas perdurou em meio aos arquivos mortos da internet.

Quem sabe não é o momento de ressucitá-lo?
Gostei dos textos que encontrei aqui, nem parecem meus. Estou mesmo precisando exercitar a escrita, como diria minha amiga Clarissa, "Para não desaprender"...